terça-feira, 26 de agosto de 2008
Japoneses criam material elástico condutor de eletricidade
Cientistas japoneses afirmaram nesta quinta-feira que desenvolveram um material elástico que conduz eletricidade, uma descoberta que pode ser usada para fabricar aparelhos que esticam e expandem.
O material, descrito por Tsuyoshi Sekitani, da Universidade de Tóquio, no jornal Science, pode ser usado em superfícies curvas ou mesmo em partes móveis, afirmaram.
A equipe de Sekitani desenvolveu o material usando nanotubos de carbono, uma longa cadeia de moléculas de carbono que conduz eletricidade.
Eles misturaram à esse matéria polímeros elásticos para formar o material básico. A seguir, eles conectaram um série de pequenos transistores ao material e o colocaram sob teste.
Cientistas transmitem eletricidade sem fios
No experimento, realizado por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e relatado na revista científica Science, foi acesa uma lâmpada de 60W localizada a dois metros de distância da fonte de energia.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Eletricidade e tecnologia
Tecnologia e economia
Existe um equilíbrio muito ténue entre as vantagens e as desvantagens que o avanço da tecnologia traz para a sociedade. A principal vantagem é refletida na produção industrial: a tecnologia torna a produção mais rápida e maior e, sendo assim, o resultado final é um produto mais barato e com maior qualidade. As desvantagens que a tecnologia traz são de tal forma preocupantes que quase superam as vantagens, uma delas é a poluição que, se não for controlada a tempo, evolui para um quadro irreversível. Outra desvantagem é quanto ao desemprego gerado pelo uso intensivo das máquinas na indústria, na agricultura e no comércio. A este tipo de desemprego, no qual o trabalho do homem é substituído pelo trabalho das máquinas, denominamos desemprego estrutural. Um dos países que mais sofrem com este problema é o Japão, sendo que um dos principais motivos para o crescimento da economia deste país ter freado a partir da década de 90 foi, justamente, o desemprego estrutural.
